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Biografia

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Evanescence: A origem de um sonho

No ano de 1994, em Little Rock, Arkansas, inicia-se a história do Evanescence. Ben Moody, com apenas 14 anos de idade, participava de um acampamento para jovens promovido pela igreja local.

Enquanto Ben acompanhava uma partida de basquete, percebeu do outro lado do ginásio, num palco, uma garota cantando e tocando ao piano a introdução da música I’d Do Anything for Love, do músico americano Meat Loaf.

A jovem, com apenas 13 anos, que havia mudado-se recentemente com sua família para Little Rock, chamava-se Amy Lynn Lee. Seus pais, preocupados com o seu isolamento social, haviam encaminhado a garota para aquele acampamento, afim de que pudesse fazer amizades e integrar-se entre os jovens cristãos da cidade, mas Amy passava horas ao piano e pouco se interessava em conhecer os demais participantes.

Ao ouvi-la tocando, Ben Moody atravessou a quadra em direção à garota e ao aproximar-se, apresentou-se. Logo começaram a conversar; Amy mostrou a Ben algumas músicas de sua autoria e concluíram que tinham a mesma tendência musical. Assim, Ben convenceu Amy a formarem uma banda.

A banda, que até aquele momento era formada por apenas Ben, que fazia guitarras, baixo e arranjos eletrônicos; e Amy, responsável pelo piano e vocais; a banda foi batizada Evanescence, que significa dissipar ou desaparecer. Nomes como “Childish Intentions” e “Stricken” foram cogitados, mas decidiram por Evanescence.

Influenciados pelo som de artistas como Danny Elfman, Type O Negative, Portishead e Sarah McLachlan, uma das primeiras composições gravadas pela dupla chama-se Understanding, que é definida por Ben como “um hino gótico ridículo de 7 minutos”. Mesmo assim, uma emissora de rádio de Little Rock, a KABF, passou a tocá-la num programa co-apresentado por Brad Caviness.

Através desta divulgação, o Evanescence foi ganhando reputação e logo tornaram-se conhecidos em Little Rock. Apesar disso, por falta de condições para pagar outros músicos, a dupla ainda não tinha feito nenhuma apresentação ao vivo.

Entre 97 e 98, o Evanescence lança seus primeiros demos. O primeiro EP, lançado em dezembro de 1998 pela gravadora Bigwig Enterprises, leva o próprio nome da banda:

Evanescence EP; e conta com as participações de William Boyd, Matt Outlaw e Rocky Gray.

Este trabalho, que trazia apenas sete faixas, foi lançado na primeira apresentação ao vivo realizada em um bar chamado Vino’s, em Litlle Rock. Todas as 100 cópias disponibilizadas para venda esgotaram-se na mesma noite da apresentação.

Com a popularidade fortalecida, porém, conhecida apenas regionalmente, a banda produz e lança em agosto do ano seguinte, mais um EP.

Whisper – Sound Asleep, além de Give unto Me, traz mais cinco faixas. Mas a gravadora produziu apenas 50 cópias.

A partir deste momento, o Evanescence já contava com músicos para suas apresentações ao vivo: David Hodges, John LeCompt e Rocky Gray. O próximo trabalho já começa a ser preparado.

A gravadora Bigwig Enterprises decide investir nos jovens e talentosos músicos de Little Rock. O repertório foi cuidadosamente montado com treze faixas, entre elas, My Immortal e Imaginary.

Origin – 2000

Origin é mais considerado um álbum alternativo ou uma preparação para o que viria na história do Evanescence. Foi comercializado com uma tiragem muito pequena, porém considerável para a boa divulgação da banda, que iniciara sua carreira.

Isto aconteceu quando o produtor e executivo da gravadora Wind-Up Records, de Nova York, Peter Mathews, conheceu o trabalho da banda em um estúdio de Memphis, Tennessee. Era o detalhe que faltava. Peter apresentou os jovens músicos à gravadora e o contrato foi assinado. Wind-Up e Evanescence trabalharam durante dois anos montando o repertório do primeiro álbum, “Fallen”.

Embora não seja um álbum oficial, mas uma demo, é muito querido pelos fãs e muitos o elegem como melhor álbum da banda, justamente por sua simplicidade aliada a canções extremamente sentimentais que pouco tem a ver com o apelo comercial de seu sucessor.

Também participaram das gravações do Origin, Willian Boyd, Bruce Fitzhugh, Stephanie Pierce e um grupo composto por quatro vozes femininas que fez coral em Field of Innocence. Foi produzido por Brad Caviness e lançado em novembro de 2000 numa edição com 2500 cópias.

É uma raridade encontrar o CD Origin à venda. Na internet raramente é possível encontrá-lo, mas com valores altíssimos e sem a garantia de se tratar do CD original. Na época em que a banda ficou famosa a procura pelo CD aumentou, a própria Amy Lee aconselhou aos fãs baixarem o disco pela internet.


John LeCompt, Nick Williams, David Hodges, Amy Lee, Brad Caviness, Stephanie Pierce, Outra amiga de Amy e Ben Moody. Durante a festa de lançamento do Origin.

O Evanescence aos poucos conquistava seu espaço e uma maturidade musical das bandas veteranas. Origin foi lançado exatamente na hora certa, pois é um clássico, é um álbum raro e que guarda a essência do Evanescence e de Amy Lee e a essência não pode ser comercializada. No entanto, ainda faltava um golpe de sorte, que lhes desse a oportunidade de se projetar por toda a América. Esse golpe de sorte veio posteriormente com o “Fallen”.

Fallen – 2003


Gravado em Los Angeles, trouxe onze faixas em seu repertório, a maioria composta pelo trio Amy Lee, Ben Moody e David Hodges. Nas gravações deste trabalho, David assumiu o piano e teclado. A maior parte da produção ficou por conta de Dave Fortmann, mas Ben e Jay Baumgardner também cooperaram em My Immortal, respectivamente. Além dos músicos da banda, Francesco DiCosmo e Josh Freese participaram da gravação.

Fallen foi o disco que definitivamente lançou o Evanescence para o mundo e que rendeu muitos dólares e reconhecimento. Neste momento, a formação já estava estabilizada e pronta para percorrer o mundo em turnês.

Em apenas seis semanas o álbum vendeu mais de 1 milhão de cópias e conquistou o disco de platina. As músicas Bring me to life e My Immortal foram inclusas na trilha sonora do filme O Demolidor (Daredevil), fato que contribuiu muito para a popularidade da banda. Ainda, as quatro primeiras faixas de Fallen ganharam uma versão videoclipe: Going Under, Bring me to life, My Immortal e Everybodys’s Fool.

Porém, o Evanescence ainda tinha sua imagem vinculada à música cristã, tanto que Fallen também era vendido em lojas especializadas neste segmento. Após algumas declarações em entrevistas concedidas pelos membros da banda, ficou claro que a ligação com música religiosa tinha sido desfeita. Este fato provocou uma frustração entre alguns fãs.

A gravadora Wind-Up divulgou uma nota aconselhando que as lojas cristãs recolhessem os álbuns do Evanescence e que as rádios não executassem as músicas da banda em programas voltados para o público cristão.

Ben Moody e Amy Lee se separam

No dia 24 de outubro de 2003, durante uma turnê européia, Ben Moody anuncia seu desligamento da banda.
A notícia foi recebida com perplexidade e decepção pelos fãs.

Os motivos que levaram Ben a tomar esta atitude não ficaram muito claros. Por um tempo, os integrantes evitavam tocar no assunto. Mas um tempo depois, Amy declarou que a “sintonia” entre eles já não era como antes e, para o bem da banda, um deles tinha que sair. Amy disse também que Ben foi mesquinho ao abandoná-los em plena turnê.

John LeCompt foi convidado para acompanhá-los até o fim das apresentações, como guitarrista principal, com a saída de Ben Moody e logo depois Terry Balsamo (à direita) assumiu o lugar de Ben, sendo efetivado no início de 2004. Ben deu continuidade em sua carreira musical produzindo e gravando com outros artistas.

No ano de 2004 a popularidade do Evanescence foi ampliada e a banda mostrou à mídia e aos fãs que a saída de Ben não atrapalhou a carreira.

Até fevereiro, somente nos Estados Unidos, Fallen já tinha vendido mais de 4 milhões de cópias. Premiações como os diversos Grammy europeus; além de várias indicações e outros tantos prêmios conquistados na imprensa especializada, fizeram a rotina da banda naquele ano. Porém, boatos em torno do suposto namoro de Amy e Ben, contribuíram, negativamente, para uma maior exposição do Evanescence na mídia.

Em novembro de 2004, foi lançado pela mesma gravadora um CD/DVD gravado em Paris, intitulado…

…Anywhere but Home – CD/DVD – 2004:

Após a saída do co-fundador, Ben Moody, as estruturas do Evanescence não se deixaram abalar e continuaram com a sua nova formação, trilhando o caminho do sucesso e rumo ao estrelato absoluto. Em 2004, “Anywhere But Home” foi lançado, o primeiro e único DVD da banda, surgiu como um novo desafio.

O DVD registra o show da banda filmado em Paris, França, no famoso LE ZENITH, com todos os hits ao vivo, incluindo um poderoso cover do Korn, de “Toughtless”, contendo treze faixas e os quatro videoclipes; além de quase uma hora de bastidores. O CD possui o repertório do DVD ao vivo, e ainda Missing, a faixa inédita, single, gravada em estúdio e que já esteve entre as músicas mais tocadas nas rádios Pop/Rock do Brasil, inclusive, destaque que aponta um bom direcionamento para o Evanescence.

Neste mesmo ano tiveram início os boatos sobre o próximo álbum. No início de 2005, a música Breathe no More é inclusa na trilha sonora do filme Elektra. Este foi um ano difícil para o Evanescence.

Inicialmente, o americano Trevin Skeens processa a gravadora, afirmando que comprou o DVD Anywhere but home e se sentiu ofendido com a musica Thoughtless (cover da banda Körn). Skeens exigiu uma indenização de 57 mil dólares.

Após a extensa turnê de Fallen, a banda iniciou uma pausa em 2005, retornando aos estúdios em setembro do mesmo ano. Terry passou a contribuir diretamente nas composições junto com Amy. Os produtores do filme As crônicas de Nárnia: o leão, a feiticeira e o guarda roupa recusam uma música que a banda fez para a trilha sonora.
“Eu escrevi uma música para o filme, que eu amo muito, mas ela foi rejeitada pela produção” comentou Amy Lee no EvBoard, um fórum virtual americano. “Eles disseram que a música era ‘muito dark’ e ‘muito épica’, eu pensei sobre isso e decidi que não vou prejudicar minha arte por nada”.
Amy Lee processou seu empresário Dennis Rider, por assedio sexual e o guitarrista Terry Balsamo sofreu um derrame cerebral, mas recuperou-se rapidamente, isto adiou o lançamento do albúm. Apenas no início de 2006, a banda confirma o lançamento para o dia 3 de outubro e divulga seu nome: The Open Door.

The Open Door – 2006:


The Open Door foi o álbum em que pudemos ver Amy Lee assumir o total controle sobre a banda. A responsabilidade de criar um álbum tão bom quanto o primeiro (que rendeu ao Evanescence o mundial prestígio) era imensa, embora nunca tenha sido o intúito da banda, contudo, apesar dos acontecimentos que já mencionamos; saída de Moody, exposição da banda, turnês mundiais, pressão da gravadora para que lancassem um novo álbum e interferência da mesma nas decisões e no estilo do Evanescence; foram essenciais para que Amy Lee assumisse a situação e expressasse em suas canções o que sentia, presenteando-nos com um autêntico CD do Evanescence.

Ainda neste assunto, sobre o processo de criação de The Open Door, Amy Lee afirma: “Eu tenho que ser honesta, foi o momento mais livre que eu tive. Foi minha verdadeira independência. Quando estávamos trabalhando no Fallen, houve muita turbulência na que fez tudo parecer muito difícil – mais difícil do que tinha que ser. Havia muitas lutas no interior que não foram sobre fazer o segundo álbum, era a minha oportunidade de realmente assumir o controle da minha banda e dizer: “Aqui está quem realmente sou – aqui está como eu vou levar isso para o próximo passo”. E não que não havia dificuldades – havia – mas pela primeira vez eu tinha a capacidade de orientar as coisas realmente”.

E as dificuldades não pararam por aí, em novembro de 2005, como mencionamos, Terry foi hospitalizado por causa de um derrame. Ele havia recém terminado de gravar as guitarras para esse novo lançamento.

“Fechando a última porta aberta” – Decepções e Contratações

Will Boyd (baixista do Evanescence desde 2003) anunciou seu afastamento da banda, porque não poderia participar de outra extensa turnê, alegando que precisava passar mais tempo com a família. Ele é substituído às pressas por Tim McCord (à direita).

A saída de Boyd (à esquerda) foi oficialmente anunciada em um post no EvBoard da Amy Lee, do dia 13 de julho de 2006: “…Algumas semanas atrás, Will decidiu deixar a banda. Ele disse que não poderia passar por outra grande turnê agora, e que queria ficar mais perto de sua família. Turnês são difícieis- você meio que tem que sacrificar um pouco da vida por isso, então nós todos podemos entender. Nós amamos muito o Will e desejamos a ele nada mais do que felicidade em tudo que faça. Nós tocamos música juntos desde que eu estava no segundo grau. Eu já sinto falta dele!…”.

Amy Lee terminou o namoro com Shaun Morgan (vocalista da banda Seether) no início de 2006 e deu continuidade no processo que moveu contra o ex-empresário Dennis Rider, por negligência profissional e assédio sexual. “Fazer esse álbum foi realmente muito intenso. Terry teve o derrame, o processo com o meu empresário e também terminei o meu namoro com o Shaun Mourgan. Mas tudo pelo que passamos só beneficiou na composição das músicas do álbum. Com o Fallen, a banda tinha muito o que provar para criar identidade, agora que eu encontrei um ótimo parceiro de composição, nós levamos o nosso tempo para compôr e tínhamos a liberdade de expressão. Não apenas dor ou tristeza, mas também raiva e sim, felicidade”.

VEJA TAMBÉM: A videografia completa da banda Evanescence.

O Album contém treze faixas e quatro videoclipes. Com o lançamento do álbum, a banda lança o primeiro single: Call Me When You’re Sober, que retrata o drama do relacionamento de Amy com o ex-namorado.

Não há uma classificação exata para incluir o som produzido pelo Evanescence. Percebe-se características de Metal, vários elementos de música eletrônica e letras que, por alguns, são consideradas góticas. Talvez uma boa definição para o som do Evanescence, esteja na declaração de Amy: “O que eu trago para a banda é a idéia e a vibração da coisa romântica/clássica/orquestral, as cordas, o coro, os vocais de fundo celestiais, e o piano. A banda traz o rock, as guitarras e bateria. Juntos criamos algo que é muito original”.

“Sinto como se eu tivesse escancarado todas as portas da minha vida, e agora eu posso fazer o que quiser.” Amy Lee


Para promover o álbum, o grupo excursionou com a massiva turnê The Open Door Tour que passou por todos os continentes com mais de 100 apresentações bem sucedidas ao redor do mundo, incluindo o Brasil. Durante a turnê do álbum, John LeCompt é demitido e Rocky Gray deixa a banda por razões desconhecidas, em 04 de maio de 2007. Há inúmeros rumores sobre a saída de Rocky, alguns acreditavam que ele deixou a banda por insatisfação com a demissão de LeCompt. A demissão de John, segundo Amy Lee, deu-se pelo fato de ele estar na banda somente por dinheiro.

Ainda durante a turnê, o amigo e terapeuta de Lee, Josh Hartzler, pede Amy Lee em casamento. O casamento aconteceu dois dias após a saída dos dois integrantes. Amy Lee, aos 25 anos, casou-se na casa de seus pais, com Josh (aos 29 anos). O padre Bob Cargill, de Fort Worth, celebrou o matrimonio. As irmãs de Amy Lee: Lori e Carrie e a amiga Beth Wilson ficaram ao lado dela, enquanto os irmãos de Josh: Caleb e Aeron e David Hodges (o mesmo que fundou o Evanescence junto de Amy e Ben) ficaram ao seu lado, respectivamente. O então guitarrista da banda, Terry Balsamo, também estava entre os convidados.

Com o sucesso de The Open Door, a turnê precisava continuar. Foi então que em maio de 2007, o guitarrista Troy McLawhorn anunciou que substituiria o guitarrista John LeCompt, e tocaria com a banda até o fim da turnê The Open Door, com o baterista Will Hunt (ambos da banda Dark New Day).


“Após a massiva turnê mundial do álbum The Open Door, em dezembro de 2007, os membros da banda merecidamente precisavam de férias, o Evanescence passou por um período de recesso. Alguns dos integrantes deram continuidade em seus projetos paralelos. Os rumores de que estávam trabalhando em novas músicas para o Evanescence despontaram de todas as partes da mídia e entre os fãs.

Em 2009 tivemos a participação da banda, no programa Legends & Lyrics, onde apresentaram a inédita canção “Your Love”, composta por Amy Lee e pelo baixista Tim McCord. Infelizmente por problemas internos na organização do evento, nunca pudemos ter acesso a essa única e inédita apresentação completa.

No ano seguinte, com a tragédia do Terremoto no Haiti, o Evanescence lançou “Together Again”, uma canção que até o momento nunca havia sido lançada e que foi escrita originalmente para estar no álbum The Open Door. O lançamento de Together Again como single promocional arrecadou mais de 31 mil dólares só na primeira semana, que foram doados ao país para auxílio das vítimas.

Evanescence (álbum autointitulado) – 2011


Em 2011, a banda Evanescence lança “Evanescence”, o terceiro álbum de estúdio da banda. O álbum foi lançado no dia 11 de outubro pela Wind-Up Records em duas versões: Standard (CD simples com 12 faixas) e Deluxe (CD com 16 faixas + DVD com extras). A banda começou o processo de composição para o álbum em Junho de 2009.

O lançamento deste álbum foi adiado várias vezes. Primeiro, em 22 de fevereiro de 2010 a banda entrou no estúdio com o produtor Steve Lillywhite, mas depois eles pararam de gravar o álbum com ele, porque de acordo com Amy “não estava saindo certo”. Durante esse tempo, o lançamento do álbum foi agendado para Agosto ou Setembro de 2010, mas Lee anunciou no EvThreads (antigo fórum da banda) que o Evanescence havia deixado o estúdio.

Em 11 de abril de 2011, a banda voltou ao estúdio com um novo produtor, Nick Raskulinecz, e a gravação foi concluída em 08 de julho de 2011. O primeiro single do álbum, “What You Want”, estreou em 8 de Agosto de 2011 na MTV Americana. O segundo, “My Heart is Broken”, foi lançado em novembro de 2011 e o clipe ainda não possui uma data certa de estreia.

A turnê do álbum “Evanescence” teve início no dia 2 de outubro de 2011. A banda se apresentou na noite de encerramento da edição de 2011 do Rock in Rio, no Rio de Janeiro.

A turnê mais longa da história da banda Evanescence foi encerrada no final de 2012, em seguida, a banda desfrutou de um tempo longe dos palcos, para passar com a família… Tempo merecido, pois foram mais de cento e trinta apresentações ao redor do mundo (131 shows no total).

Acontecimentos recentes

Após a longa turnê do álbum autointitulado da banda, em 7 de agosto de 2015, recebemos a notícia de que o guitarrista Terry Balsamo – que trabalhou com afinco por 11 anos, contribuindo especialmente na composição de grandes sucessos da banda (como o single “Call Me When You’re Sober” e a maioria das canções do álbum The Open Door) – havia deixado a banda, por meio de um comunicado publicado por Amy Lee, na página oficial da banda no Facebook:

“Depois de dois álbuns, incontáveis aventuras pelo mundo e no palco, o tempo do Terry com o Evanescence chegou ao fim. Por mais difícil que seja, estamos unidos sabendo que é a coisa certa para todos nós. Nós sempre vamos te amar, Terry, e te desejamos toda a felicidade, saúde e amor do mundo”.

Na mesma nota, a banda apresentou ao mundo a pessoa que sucederia a Terry, a primeira mulher a fazer parte do Evanescence além de Lee; a consagrada guitarrista alemã, Jen Majura (Ex. Black Thunder Ladies, Equilibrium e Knorkator).

Após o término de contrato, Terry foi readmitido na banda Cold, da qual era membro antes de assinar contrato com o Evanescence. A nova guitarrista do Evanescence, aos poucos foi ganhando seu espaço e conquistando os fãs da banda, com seu carisma, talento e paixão pela banda Evanescence, da qual sempre foi fã e agora honrosamente faz parte. Seu talento é notável e foi descrita por Amy Lee como alguém que “toca como uma super-vilã e canta como um anjo”, uma guitarrista à altura de Balsamo.

A presença de Jen Majura nos palcos com o Evanescence se deu oficialmente no segundo semestre de 2015, em uma pequena turnê pelos Estados Unidos durante o ano de 2016 e a banda promete um novo álbum para 2017, com shows pela América Latina (incluindo o Brasil) e pelo mundo.

VEJA TAMBÉM: Formação atual da banda e curiosidades sobre os membros.




A história do Evanescence não termina por aqui. Queremos saber de você o que o Evanescence representa na sua vida, como você conheceu a banda e de que parte o Evanescence tomou parte na sua história. Comente aqui embaixo e compartilhe conosco e com todos a sua gratidão e o seu carinho para com a banda.