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The Open Door

The Open Door é o segundo álbum oficial do Evanescence, lançado em 30 de setembro de 2006, na Austrália e na Itália, 02 de outubro de 2006, na Europa e 03 de outubro de 2006, na América do Norte, através da gravadora Wind-Up Records.

O álbum foi gravado no The Record Plant, em Hollywood, Califórnia, e mixado no Ocean Way Studios em Março de 2006. Incluindo o retorno do amigo de longa data e produtor Dave Fortman (Mudvayne e Bif Naked).

Estreou em #1 nos EUA, Austrália, Alemanha, Grécia, Japão e Suíça. Foi Top #5 na Áustria, Canadá, França, Holanda, Hong Kong, Itália, Nova Zelândia, Suécia, Reino Unido, Irlanda, Coréia, Noruega e Dinamarca. Desde então, vendeu mais de 5 milhões de cópias no mundo inteiro.

“O processo de criação e gravação desse álbum tem sido realmente intenso, mas agora estou me sentindo purificada”.

The Open Door é uma demonstração ideal do inevitável crescimento pessoal e profissional da banda, com canções de introspecção, desejo, dúvida, deliberação e entusiasmo.

Várias das faixas apresentam um coral, assim como instrumentos gravados em uma velha capela. O álbum é definido pelas belas melodias de Amy Lee, letras profundas, vocais maravilhosos e um piano comovente, o qual se funde ao insistente Terry Balsamo, e ainda a complexos solos de guitarras, que formam uma extraordinária mistura etérea, perfeitamente enraizada no rock e nas sensibilidades clássicas da banda.

“É muito mais maduro que o Fallen”, diz ela, creditando seu amadurecimento ao Terry Balsamo. “Quando nós começamos a escrever, eu não sabia aonde eu estava indo“, acrescenta. “Eu sabia que iria amar o CD porque eu tinha muito mais liberdade por várias razões. Mas eu não fazia idéia o ótimo time que Terry e eu faríamos. Ele eleva minha auto estima como compositora e faz tudo o que escrevo parecer um pouco legal“.
Eu cresci bastante desde o Fallen, e o Terry tem sido um ótimo parceiro de composição – eu sinto como se tivesse sido levada para um novo nível de inspiração e possibilidades.
Depois de todas as coisas que vimos nos dois últimos anos, belas e trágicas, no fim eu estou realmente satisfeita. Nos fez criar músicas pelas quais eu não poderia estar mais apaixonada
“, confessa Amy.

Faixas:

O ouvinte é cativado pelo universo de Amy já nas primeiras notas. Amy repetidamente respira fundo para nos absorver por uma hora. A guitarra de Terry flerta com notas altas juntamente com a voz de Amy que seguem a mesma tonalidade.

A segunda trilha começa com um piano tocado por Amy, apoiada com vocais que soam muito bem produzidos. O uso de “samplers” já é bem notado quando o coro termina.
O grande som de guitarra criado por Terry e os arranjos trazidos por John, fizeram com que essa fosse uma das canções mais pesadas no álbum.

As guitarras vão sumindo ainda quando a voz da Amy se perde entre um murmuro sampleado e um riff do Balsamo. Os vocais ficam mais e mais sintéticos enquanto as guitarras se misturam com suplementos eletrônicos. Uma faixa que é facilmente distinguivel do repertório do Evanescence.

Um dueto encantador de voz e piano nos recorda My Immortal. Quando a bateria e guitarras entram, a atmosfera fica até mais solene. Os vocais levam com cuidado, emoção e consequentemente entristecem o ouvinte e nos faz lembrar assim de canções do “Origin”. Essa música é o primeiro destaque do cd.

Mergulhamos em uma trilha sonora de um filme dark, com a voz de Amy murmurando e cantando, que nos ilumina. A atmosfera muito sombria dura ao longo da canção inteira. Os samples do DJ Lethal mais uma vez se encaixam perfeitamente com a canção.

O silencio é ainda decisivo quando a bateria progressivamente seguem em direção a um caminho mais eletrônico nessa faixa. O coro (Você pertence a mim, minha rainha branca de neve) é muito eficaz.

Uma orquestra composta por 22 pessoas é conduzida por Dave Campbell, inicia para introduzir um coral, que serve de fundo para Amy cantar.

É uma faixa curta. Um trabalho letal é outra vez notável e o murmúrio de Amy também do mesmo modo.

Lose Control pussui uma melodia dark de piano que explode em guitarra mastigada no refrão, assim como Weight of the World, é uma das melhores músicas de guitarra ampla, com alguns bons riffs e interlúdios.

A parte de guitarra de Balsamo faz esta canção notável. O piano tocado e a voz de Amy nos fazem lembrar de “Missing” . Quando a guitarra de 7 cordas toma seu lugar, nos faz lembrar um pouco de Korn (o qual Evanescence já fez cover da música Thoughtless). Porém, este é terceiro destaque do álbum.

As guitarras abrem esta canção com riffs predominantes. Exibem a maturidade do novo som da banda. O coral novamente aparece, causando o final da canção parecer realmente épico.

As guitarras abrem essa também. Então elas fazem lugar para o piano com um riff pesado (nós notamos a referência ao título do álbum anterior “Fallen”, o qual ficou esculpido em nossas recordações para sempre). Indiscutivelmente o 4º destaque do álbum.

Esse álbum tinha até agora um bonito tom dark, mas essa música é uma grande mudança. Com uma bela introdução de piano que torna esta uma é uma balada de piano, dedicada ao amado de Lee. Uma verdadeira serenata.

Faixas Descartadas:

* Descartada do àlbum e lançada no CD Single de Lithium como b-side. Trata-se de um solo da Amy, sem vocais editados, com uma base de piano simples.

* Together Again foi lançada dia 22 de Janeiro de 2010 para arrecadar fundos para o Haiti (que sofreu um terremoto).

* Escrita durante a sessão do The Open Door, acabou não entrando para o álbum. A música estreiou no Brasil, foi tocada pela primeira vez em Porto Alegre, aos 4 dias de outubro de 2012. A versão de estudio vazou em 20 de Janeiro de 2013.